Nosso Espaço



 

ESTRUTURA FÍSICA

A escola abre às 7h e fecha às 19h. O período pedagógico se caracteriza como primordial.
  • Os grupos são organizados por período (manhã e tarde) na Educação Infantil com a presença dos professores das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.
  • A presença das crianças do Grupo 1 ao Grupo 4 é necessária por no mínimo 3 horas diárias, as dos Grupos 5 e 6 por 4 horas diárias (com controle de presença por lei).
  • No Ensino Fundamental as crianças devem estar presentes por 5 horas diárias.
A escola fecha por cerca de 10 dias em julho e 20 dias entre dezembro e janeiro e apenas em algumas emendas de feriado. Durante o período de férias, é oferecido um curso pelas nossas auxiliares de desenvolvimento com atividades programadas sem mensalidade extra, apenas com custos de passeios que são opcionais, e de alguns eventos internos não inclusos na programação pedagógica.

O sistema de cobrança segue o formato de um banco de horas, com pacotes opcionais de banho, alimentação e atividades extras a fim de ampliarmos as possibilidades de atendimento às variadas necessidades de cada família.

A instituição localiza-se em uma área arborizada de 1600m². Destes, 700m² foram construídos nos moldes de uma escola. Assim, os espaços disponíveis superam as exigências determinadas pela diretoria de ensino de 1,5m² de área coberta e 3m² de área a céu aberto por criança.

As salas possuem boa iluminação com visibilidade para o ambiente externo e são ricamente equipadas conforme as necessidades da faixa etária que atendem. Os sanitários são de uso exclusivo das crianças e as menores, dos Grupos 1 e 2 (4m-2a), possuem banheiros reservados.

Os vasos sanitários, as pias, carteiras e mesas são adequados ao tamanho das crianças, bem como a altura dos espelhos, favorecendo que a criança desenvolva o conhecimento e a percepção de si e de seus movimentos.

Toda a água da escola é filtrada, porém a de beber passa por um processo duplo de filtragem e fica ao alcance das crianças.

A escola é térrea (com rampas ou até 2 degraus apoiados por corrimões) buscando a acessibilidade das crianças, o que a torna apta, não apenas pedagógica, mas também fisicamente, a incluir crianças com questões de mobilidade. No Fundamental, há uma plataforma de acessibilidade para o 2º andar, onde ficam os ateliês de trabalho em pequenos grupos.

Além das salas dos grupos e refeitório, a escola possui um parque equipado com brinquedos, espaço com areia, terra, decks e casas de madeiras; galpões com mesas externas para atividades, ateliê de artes, dentre outros espaços.

A limpeza é feita repetidas vezes durante a rotina do dia e, de forma mais minuciosa no início ou final do dia.

Para manter a comunicação cotidiana com os pais, as crianças de até 4 anos levam para casa uma agenda diariamente preenchida com as seguintes informações: alimentação, cuidados, medicamentos, febre, hábitos de higiene, sono e outros recados.

 

ESPAÇO INVESTIGATIVO


O espaço da escola é transformado em ambientes, pela intencionalidade pedagógica, refletindo a identidade das crianças e dos educadores que o habitam.

Os ambientes geram provocações e indagações, por isso são propositores.

Nos contextos investigativos, evocam nas crianças o desejo de investigação, para além do momento inicial da curiosidade. Para isso, os educadores formulam perguntas instigantes e oferecem materialidades que conectem diversos conceitos, encorajando as crianças na busca do conhecimento.

Desta forma, os contextos investigativos sustentam que as crianças criem relações entre suas próprias ideias e as dos outros.

Na qualidade de propositores, os ambientes também comunicam os processos pedagógicos, dando visibilidade aos pensamentos, ações e falas das crianças. Compartilhadas em imagem, texto e demais produções, as comunicações garantem a materialização dos processos de aprendizagem.

O ambiente da cada sala de referência se modifica de acordo com os interesses das crianças e as intenções do educador, que valoriza a identidade de seu grupo, sem perder a identidade da escola.

Os materiais são dispostos ao alcance das crianças, garantindo a autonomia para o criar, o aprender, o pesquisar, o investigar e o modificar o ambiente. Aos poucos, esses ambientes propositores ganham um inventário de materiais que se entrelaçam pelas investigações.

A escolha dos materiais, a linguagem que eles indicam, a forma como estão dispostos e a consigna que anuncia a intenção potencializam as experiências das crianças, convidando-as para a atividade autônoma em pequenos grupos, o que confere a este ambiente o papel de “educador”.

A participação dos educadores que, com legitimidade, acolhem os desejos, interesses e teorias das crianças, por meio da escuta, de olhares e de registros, colabora para que elas continuem envolvidas com a investigação.

Compartilhar com as crianças os registros, seja dos materiais brutos (fotografias, gravações), interpretados (percursos investigativos, planejamentos) ou as comunicações (agenda semanal, trilhares e olhares, catálogo, folders), é uma ação que potencializa e convida as crianças ao processo de participação ativa em seus processos de aprendizagem.

Retomar esses processos com a família e com a comunidade torna visível a nossa imagem de criança e conduz a escola para um caminho mais com plexo, rigoroso, antropológico e cultural.
 
 

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