CULINÁRIAS DE FÉRIAS

Adesivo redondo refeiçõesTodos os anos em julho e janeiro a escola Thema programa muitas atividades bacanas e divertidas para as férias. As culinárias são planejadas para trazer as crianças mais perto da cozinha, além de fazer parte da diversão. As receitas são escolhidas pensando em adequar as necessidades da modernidade, cada vez maior, de preparações práticas e saudáveis.

Teremos cinco datas de culinária. Serão às quintas-feiras, dias 03, 10, 17, 24 e 31 de julho. Nessas férias, todas as culinárias serão abertas a todos os grupos, ou seja, todas as crianças que estiverem na escola nesses dias participarão das culinárias.

A ideia agora é abranger a maior diversidade de receitas possível e oferecer um biscoito salgado, um biscoito doce, um bolo de abobrinha, um docinho de banana (isento de glúten e leite) e um pão.

Todas as receitas foram adaptadas para os intolerantes à lactose; o açúcar utilizado nas receitas será ou o mascavo ou demerara.

Como cada faixa etária aproveita de uma maneira diferente, o propósito da arte culinária também se modifica.

As preparações para o Maternal e Berçário são pensadas de maneira que eles possam explorar os sentidos. Direcionamos para que sintam os cheiros e provem os ingredientes, além de sugerir muita mão na massa, literalmente.

O Ciclo I já é capaz de “decifrar” os ingredientes, reconhecer as medidas e utensílios e testar as misturas com muita expectativa. A proposta baseia-se no “treino” da espera do momento certo para adição dos ingredientes, além de estimular a memória com a receita.

O Ciclo II já consegue “sair” da receita, dizendo outras preparações que podem ser feitas com aqueles ingredientes. Atentar para as quantidades dos ingredientes e manipular todos utensílios exercitando movimentos mais coordenados e finos são focos do momento culinário com essa turminha. Além disso, exercitam a leitura e, assim, auxiliam a sequência da preparação.

Nessas culinárias, as receitas acompanharão as preparações para que a criança tenha em mãos os instrumentos de sua produção e se sintam mais seguras para reproduzir seus feitos em casa

Mas, o mais importante da proposta das culinárias é desenvolver a proximidade com a cozinha e criar uma memória positiva em relação à preparação do próprio alimento. Sujeira faz parte; o que vai ficar registrado por toda vida é o desenvolvimento e o orgulho de serem capazes de aprender, produzir e, quem sabe, servir a família!

SUCO E INFÂNCIA

Muitos alimentos a que temos acesso hoje em dia são considerados não-alimentos. Não apenas os produtos que sabemos serem prejudiciais como refrigerantes, biscoitos recheados, sorvetes, etc., mas sobretudo aqueles que imaginamos – pela influência da mídia – serem a chave para uma boa saúde aliados àpraticidade configuram uma queda na qualidade alimentar.

Esse vídeo retrata um pouco nossa vida moderna; lançamos mão de produtos prontos para consumo confiando na indústria e na legislação.

Nossa rotina diária, muitas vezes, faz com que passemos cada vez menos tempo na cozinha. Isso leva a um retrocesso na tradição alimentar; tradição essa que se caracteriza pelo preparo de alimentos sazonais, colhidos no quintal, preparados na hora, servidos com prazer e degustados com tempo, gratidão e atenção.

Muitas crianças nunca experimentaram tal sensação de ter uma refeição em família, quiçá com alimentos naturais dentro desse conceito tal aclamado, almejado ultimamente que é slow food. E tudo isso por conta da busca de conforto, praticidade e consumo que aceitamos sem questionar.

A infância é conhecida como a época em que hábitos, inclusive alimentares, são construídos e estabelecidos até a fase adulta. Assim, torna-se essencial que tomemos consciência das escolhas que fazemos para nós e para nossa família.

Embora a maior influência de hábitos e costumes se faça dentro de cada casa, a escola tem um papel importante na educação alimentar. O fato de a criança se alimentar na escola com alimentos naturais – como frutas, verduras e legumes – e de qualidade, feitos no local, pode representar escolhas alimentares mais saudáveis na adolescência e vida adulta, mesmo que receba outras influências.

Aqui no Thema, a criança tem acesso não apenas ao suco natural com pouco ou nenhum açúcar, como também a três variedades de frutas frescas, higienizadas, picadas em cada lanche.

Assim, pensamos na importância da alimentação desde cedo e trabalhamos para que esse caminho seja trilhado com tranquilidade e amor, formando indivíduos conscientes de suas escolhas com base no que há de melhor em alimentação.

CURSO DE PAPINHAS PARA BEBÊS

imageVamos conversar sobre o preparo e armazenamento de papinhas, entre outras questões alimentares!?

Qual a melhor consistência? Qual a idade certa para começar a alimentação sólida? Como criar um hábito saudável de alimentação?  O que e quando oferecer neste período de transição alimentar?

Algumas dúvidas como estas são frequentes nos primeiros anos de vida, por isso convidamos vocês para uma conversa com a Elizandra – Nutricionista da Escola.

DATA: 13/05/2014

HORÁRIO: 17H30 ÀS 19H00

Esperamos vocês!

 

SOBRE A CARNE

Quem nunca experimentou a rejeição do filho por algum alimento é porque não tem filhos… (mãe do Thema)

 

Rica em proteína, ferro e outros nutrientes, a carne ocupa um lugar de prestígio no prato do brasileiro. Contudo, não é unânime a aceitação da carne nas refeições das crianças em idade escolar.
Quando alguma mãe me pergunta se a criança que não come carne vai ficar desnutrida, procuro acalmá-la e dizer que não é bem assim.
Primeiramente, a questão a ser elucidada é com relação ao teor proteico.
“Nossa, se você não come carne, como substitui as proteínas?”
Proteínas são formadas por aminoácidos.
Existem vinte aminoácidos dos quais doze o organismo é capaz de produzir, são os chamados aminoácidos não essenciais. Os outros oito devem vir da alimentação, por isso são chamados de aminoácidos essenciais ou indispensáveis.

carne

 

Nosso organismo, quando recebe uma fonte proteica, isola essa proteína, e a quebra em aminoácidos. Depois, o próprio organismo reorganiza esses aminoácidos combinando-os das mais diversas formas e tamanhos para formar novamente proteínas de acordo com as necessidades naquele momento.

Assim, se alguém imaginar que está precisando de colágeno e ingerir essa forma proteica, não há garantia alguma de que os aminoácidos desse colágeno serão utilizados nesse formato, ou seja, é possível que os aminoácidos ingeridos sejam revertidos em cabelos ou utilizados em uma cicatrização.
De fato, alimentos como a carne e o leite contém todos os aminoácidos essenciais e os alimentos de origem vegetal não. Pelo menos não todos no mesmo alimento.
Daí a máxima de que toda alimentação vegetariana deve ser variada quando se trata de proteína.
Para se conseguir todos os aminoácidos com alimentos de origem vegetal, devemos combinar um cereal com uma leguminosa. O arroz com feijão é uma combinação perfeita nesse quesito!
Cereais são gramíneas, cuja semente conhecemos como grão e nos servem de alimento; possuem alto valor nutricional. Atualmente, a família dos cereais é bem grande, sendo aproximadamente seis mil integrantes! Os mais conhecidos são arroz, aveia, milho, trigo, sorgo, cevada, aveia, centeio; são conhecidos também os pseudo cereais como quinua e amaranto, muito ricos em nutrientes.
Leguminosas são também conhecidas por nós como grãos nascidos em vagens. A composição nutricional varia de um para outro, mas todos são ricos em vitaminas e aminoácidos. Os mais conhecidos são feijão, grão-de-bico, vagem, ervilha, ervilha torta, soja, lentilha, amendoim, entre outros.

grao de bico na vagem

Esses são apenas exemplos de algumas combinações, mas todos os vegetais, inclusive as folhas, contém aminoácidos.
Assim, se a alimentação for variada, a ingestão de aminoácidos e, consequentemente, a protéica é suficiente, eficaz e nutricionalmente segura.
Como vimos, consumir proteína é necessário e, mais necessário ainda, é consumi-la com responsabilidade e cuidados.
O excesso proteico está associado à obesidade e a um alto custo renal. Proteína de origem animal está associada a certos tipos de cânceres, osteoporose, diabetes e problemas cardíacos (OMS, 2011).
Outro temor a ser abordado com relação ao não consumo de carne diz respeito às anemias.
“Meu filho não come carne, será que está com anemia?”
Antes, vamos relembrar os tipos de anemia:

 

HEREDITÁRIAS: Falciforme – Comum no gene da raça negra e afrodescendentes. Se caracteriza pela alteração no formato da hemoglobina. Essa célula deixa de ter o formato arredondado e passa a ter o formato de uma foice; Talassemia – Comum nos genes gregos e italianos. Nesse caso, os glóbulos vermelhos são menores e na tentativa de compensar o tamanho, o organismo produz mais glóbulos vermelhos levando a um maior consumo de algumas vitaminas.

 

CARENCIAIS: Ferropriva – Causada pela carência de ferro, devido a ingestão insuficiente, problemas de absorção ou ainda hemorragias graves; Megaloblástica – Causada pela deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico; pode ocorrer por problemas no estômago.
As anemias carenciais são nosso foco, já que se trata de alimentação.

 

É sabido que tanto a carne quanto os vegetais possuem ferro, contudo esse ferro de origem animal é melhor absorvido do que o ferro do reino vegetal; isso devido a sua forma. Uma das formas de ferro presente na carne, chamada de heme, é melhor absorvida pelo organismo do que a forma do ferro presente nos vegetais, conhecida como não-heme.
O ferro heme possui uma “capa” de proteção contra influências absortivas quando chega ao intestino para ser absorvido; o ferro não-heme não possui essa proteção.
Não é apenas o consumo de carne que determinará a quantidade de ferro no sangue.
Nossa necessidade diária de ferro, em condições normais, é de 1 a 2 mg e a  eficiência de absorção é dependente de um mecanismo de feedback. Existe um “estoque” de ferro em nosso organismo e quando esse “estoque” está baixo, a absorção pode ser aumentada em até quinze vezes.
Existem substâncias que auxiliam e outras que atrapalham essa absorção.  A saúde do estômago e do intestino, assim como a ingestão de certos alimentos junto com o ferro, podem interferir negativa ou positivamente.
Vinte miligramas de vitamina C para cada 3 miligramas de ferro, próximo à refeição, são grande aliadas na absorção do ferro. Isso equivale a 1/3 de laranja, 1/2 xícara de manga ou 1 fatia de goiaba de sobremesa, por exemplo.
Antiácidos, cálcio e até mesmo o envelhecimento (pela redução da acidez do estômago) dificultam bastante a absorção do ferro.
Os 3 mg de ferro estão presentes em 2 xícaras de agrião, em 50 gramas de castanha de caju, em 100g de filé mignon, em 200g de contra-filé ou em 250g de sobrecoxa de frango.
Contudo, nem todo o ferro presente na carne é absorvido. A porcentagem absorvida, frente às necessidades diárias, varia de 4 a 34%, dependendo do alimento, dos fatores supracitados e de fatores externos como modo de cocção, procedência do alimento, estado de saúde, etc.
O Guia Alimentar do Ministério da Saúde preconiza a ingestão de 100g de carne por dia, o que, na maioria dos casos, não atinge 50% das necessidades diárias de ferro. Assim, quando o indivíduo não atinge suas necessidades de ferro proveniente da carne, o reino vegetal trata de supri-lo.
Dessa forma, podemos garantir uma alimentação adequada em proteínas e ferro com vegetais. A regra é: variedade sempre!

Elizandra Chagas
Nutricionista

Bibliografia de apoio

Centro de Hematologia de São Paulo: www.chsp.org.br
Programa Nacional de Suplementação de Ferro:www.nutricao.saude.gov.br
Dr. Eric Slywitch: www.alimentacaosemcarne.comb.r
Relatório OMS, 2011 – World Health Statistics 2011 –  WHO’s annual compilation of health-related

 

REUNIÃO TEMÁTICA: ALIMENTAÇÃO NA ESCOLA

Como é a rotina alimentar das crianças na escola? Como são feitas as anotações de alimentação na agenda? Como estar certo de que a criança se alimenta suficientemente bem? Qual a relação do desenvolvimento da criança com sua alimentação?

Como e onde são realizadas as refeições na escola? Quais influências a criança recebe em um ambiente escolar?  Quais desafios a modernidade nos reserva?

Estas questões são frequentes e importantes na primeira infância, por isso convidamos vocês pais para uma conversa. Vamos trocar experiências?

refeição

DATA: 18/03/2014

HORÁRIO: 18H00 ÀS 19H30

Esperamos vocês!

DICAS PARA CRIANÇAS QUE NÃO ACEITAM FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES

beto-maçãSe a criança ainda não está habituada a comer folhas, inclua as folhas em sucos como, por exemplo, agrião com maçã, couve com maracujá, espinafre com abacaxi e hortelã.

Inclua beterraba, escarola ou espinafre na massa da panqueca. Bata no liquidificador no momento de fazer a massa.

Inclua manjericão, brócolis, ervilhas e milho no macarrão.

No purê de batatas, inclua outros legumes como cenoura, abóbora ou mandioquinha.

Misture legumes como abobrinha, chuchu, cenoura ou outros que “desmanchem” no hambúrguer caseiro.

Gratine couve-flor e brócolis com muçarela.

Faça “sorvete” de suco de frutas. Faça o suco e congele em saquinhos.

Inclua frutas na massa de bolos como abacaxi, laranja, maçã, limão.

Faça farofas com cenoura ralada e aveia misturadas com a farinha.

Elizandra Chagas
Nutricionista
THEMAeducando

ALTERAÇÃO NO CARDÁPIO DA ESCOLA

fotoO cardápio da escola oferece muitas opções e preparações e fazemos isso da melhor forma possível, sempre pensando no bem-estar das crianças.

Em conversas com vários pais e mães, percebemos que o consumo de frutas pode e deve ser mais estimulado. Assim, a partir de março teremos dois dias no mês (segunda-feira da primeira semana e quarta-feira da terceira semana) em que a oferta, o estímulo e o consumo de frutas serão maiores. Normalmente, são três tipos de frutas oferecidas nos lanches mais as opções; nos dias em que a oferta é só fruta, teremos mais opções.

Aliando a maior oferta de nutrientes e possibilidades de acerto ao paladar das crianças, pudemos observar que nessas datas o consumo das grandes refeições como almoço e jantar aumenta. A digestão das frutas é mais rápida fazendo que com que a fome chegue antes e a criança supra suas necessidades no almoço ou no jantar.

1a semana

3a semana

ANÁLISE DA ÁGUA NA ESCOLA

águaO organismo das crianças é constituído por mais de 60% de água.
A influência da qualidade da água na saúde é maior que imaginamos. Participa do transporte das vitaminas hidrossolúveis e de outras moléculas, da fluidez do sangue, do controle da temperatura corpórea e de muitas outras atividades fisiológicas.

A escola investe na qualidade da água oferecida para as crianças colocando um sistema capaz de filtrar toda a água que entra na escola, tendo cuidados de manutenção e limpeza das caixas d’àgua periodicamente e, para avaliar e se certificar de tal qualidade, contratou um laboratório confiável para realizar a análise bioquímica da água de acordo com os parâmetros de Referência da Portaria 2914, do Ministério da Saúde e do Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater.

O resultado foi bastante satisfatório.
A análise constatou a ausência de Coliformes e E.coli fecais que são considerados marcadores de contaminação da água, o que a tornariam imprópria para consumo humano.
A quantidade de cloro na água mostrou-se equilibrada, estabelecendo a purificação, eliminando patógenos nas formas vegetativas e esporos, sem conferir sabor desagradável, ou quantidade tóxica do elemento químico.

Dessa forma, estamos aptos a utilizar com tranquilidade a água de qualquer ponto de dentro da escola.

Elizandra Chagas
Nutricionista
THEMAeducando

ANALISE AGUA

LIVRO DE RECEITAS

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Com a atenção crescente em torno das questões nutricionais, preparamos um Livro de Receitas caprichado para os familiares acompanharem e experimentarem nossas receitas e culinárias.

Confiram:
http://www.themaeducando.com.br/site/noticias/arquivos/201309250704010.Livro%20de%20Receitas%20do%20Thema.pdf

Também estamos disponibilizando o cálculo do atual cardápio da escola com os principais nutrientes. Para ter acesso a ele, bem como para maiores informações, pedimos que contatem a nutricionista da escola:
elizandra@themaeducando.com.br